Estamos aqui
28 Fevereiro 2009, 21:09 · Hugo Costa

Caríssimos, como diria a dra. Ferreira Leite, preocupa-nos a «festa». Vemo-nos por aí.
Hugo Costa, Pedro Delgado Alves e Tiago Barbosa Ribeiro
Em escuta aqui ao lado >>>
27 Fevereiro 2009, 20:09 · Mariana Trigo Pereira

Blitzen Trapper
Álbum: Furr
#3: Furr
“A culpa do aumento do desemprego é do eng.Sócrates”
27 Fevereiro 2009, 16:01 · Hugo Mendes
Gráfico retirado daqui (clicar para ver melhor).
O que todos aprendemos com Estaline
27 Fevereiro 2009, 12:26 · Tiago Barbosa Ribeiro
Um estalinista está sempre do lado certo da história, desde que a história seja escrita por ele.
Investimento público
27 Fevereiro 2009, 11:44 · Tiago Barbosa Ribeiro
O dr. Relvas anda por aí a perorar sobre a «loucura» dos grandes investimentos públicos deste governo. A crítica, digamos assim, não é propriamente novidade. Mas alguém no PSD pode concretizar quais foram os «loucos» investimentos dos últimos quatro anos?
Agora há provas de recuperação, não desespere
26 Fevereiro 2009, 19:49 · Hugo Mendes
O Carlos Vidal gosta de partilhar umas coisas que “aprendeu” com Estaline.
Para além da leve sensação que tenho que, se o Carlos mandasse, ainda éramos todos mandados para a Sibéria, parece-me que o Staline e os seus acólitos não foram muito bem sucedidos - qualquer que seja o critério.
Mas é uma leitura particularmente subjectiva do século XX, bem sei.
Para Espinho e em força
26 Fevereiro 2009, 15:27 · André Salgado
O André Levy descobre que a Moção de Sócrates não concorda com as Teses do PCP. O Carlos Vidal está com vontade de invadir a Checoslováquia. O Ricardo Santos Pinto emoldurou a cadela. Canta-se A Internacional. Em Braille e em PREC.
Congresso do PS à porta e a gaiola fechou a tampa da chaimite.
Adenda: Ainda dizem que não há pão para malucos. Há e é uma padaria inteira.
Confiança
26 Fevereiro 2009, 13:30 · Tiago Barbosa Ribeiro
Escreve o Público que as empresas são mais confiáveis do que os governos. Não esclarece ao certo quantos governos é que já recorreram aos fundos disponibilizados pelas empresas para fazer face à crise financeira, económica e social.
Debates imperfeitos
26 Fevereiro 2009, 11:32 · Mariana Trigo Pereira
Apesar de reconhecer algumas melhorias das novas regras que regem os debates parlamentares, continuo sem perceber a utilidade e razão de existência do discurso introdutório (que antecede as perguntas) do partido do governo. Tanto à esquerda como à direita, no presente e no passado, não consegue evitar de ser quase sempre bastante embaraçoso – acho que podiam reservar as palmadinhas nas costas para os corredores da assembleia, ou para outros locais privados, e restringir o discurso a perguntas e preocupações pertinentes.
Mas, mais importante que isto, não compreendo porque é que as actuais regras hão-de dar cobertura à não-resposta. O governo poderá optar por: 1) não responder às questões que lhe são colocadas, ‘queimando tempo’, protegendo-se por detrás do limite temporal estabelecido; 2) optar por responder mais tarde a uma pergunta de um deputado, no tempo de resposta de outro grupo parlamentar, se for da sua conveniência. Na altura, fiquei satisfeita com a alteração do modelo de debate para algo mais parecido com o modelo britânico de pergunta-resposta mas, na prática, continuamos a anos-luz de distância de um modelo que permita um debate verdadeiramente esclarecedor, com conteúdo, construtivo, que contribua para reduzir o alheamento dos cidadãos em relação à política. A audiência via rádio, tv e banda larga - que contribui para a grande exposição destas sessões ao ‘grande público’-, justifica regras mais exigentes para um debate mais elevado.

The Light Will Stay On
26 Fevereiro 2009, 2:53 · Hugo Mendes
8 anos depois, não sei porquê nem como, volto a cruzar-me com esta faixa.
São os Walkabouts aí no pequeno ecrã à direita.
I go to sleep, before
the devil wakes
and I wake up, before
the angels take
all my worldly desires
all my yardsticks of fear
all my secrets untold
all my motives unclear
hangin’ down in the fire
burnin’ them higher
won’t take them away from here
and long after we’re gone
the light will stay on X2
watched the city … city of crows
watched them fly, watched
‘em all flyin’ low
out above the flood plain
just above the dirt road
they were hungry as winter,
hungry as us
not afraid to be flyin’, not
afraid to be lost
and long after we’re gone
the light will stay on X2
and if you bury me, add
three feet to it
one for your sorrow, two
for your sweat
three for the strange
things we never forget
and long after we’re gone
the light will stay on X2
and long after we’re safe
the lights will not fade X2
Amanhã
26 Fevereiro 2009, 0:39 · Hugo Mendes
Auto-estradas às cores
25 Fevereiro 2009, 16:26 · Tiago Antunes
Paulo Rangel confunde auto-estradas com linhas de metro e chama-as pela cor.
Assim sendo, alguém é capaz de mostrar ao Deputado Paulo Rangel um mapa com as centenas de Km de auto-estradas laranja construídas durante o cavaquismo???
É que, pela forma como fala, até parece que não conhece a política de betão levada a cabo durante anos pelo seu próprio partido. O mesmo que, agora, repudia o investimento público!
avisos que não cabem no twitter
25 Fevereiro 2009, 13:09 · Mariana Vieira da Silva
Paul krugman, aqui: “And my sinking feeling that the administration plan is to rearrange the deck chairs and hope the iceberg melts just keeps getting stronger”
Progressistas, encore un effort…Ou porque a discussão sobre a política económica europeia não pode ficar entregue aos populistas
25 Fevereiro 2009, 4:35 · Hugo Mendes
Já muito se escreveu sobre como a crise actual colocou, por muitos e bons anos, em causa as virtudes das ideias neo-liberais do Estado mínimo e da ampla desregulação dos mercados. Isto é verdade, mas esta conclusão é demasiado fácil, e confere à esquerda social-democrata uma sensação de feel good que é, a meu ver, muito perigosa. Na verdade, o impacto gradual da recessão actual e a indeterminação dos seus reais efeitos a curto e médio prazo está, neste momento, a ser mais desgastante para a esquerda do que para a direita. É necessário que a esquerda – e por aqui refiro-me ao arco dos partidos socialistas, social-democratas e trabalhistas que, nos países europeus, têm vocação de poder e responsabilidades governativas – se aperceba disso, e do momento-chave por que passa. Se não o fizer e se não discutir abertamente as ambiguidades e fragilidades de algumas das suas concepções do sistema económico – nalguns casos, excessivamente próximas das defendidas pelos partidos de centro-direita? – corremos o risco de proclamar a derrota do neo-liberalismo sem nos lembrarmos que ao longo destes últimos 20 anos a esquerda esteve no poder e tomou decisões – mais ou menos convicta ou consensualmente (o que é um debate contíguo, mas diferente). Tem, por isso, responsabilidade política, e deve também responder por ela.
(continuar a ler no Outubro)
Agora…
25 Fevereiro 2009, 1:12 · Hugo Mendes
também aqui.
Liberdade de expressão artística
24 Fevereiro 2009, 18:12 · Pedro Delgado Alves
A brigada dos costumes ainda por aí anda ocasionalmente. Algo desfasada, uma vez que o nosso Courbet já foi polémico no século anterior ao último e há coisas muito mais giras e modernas para censurar na internet ou na caixinha demoníaca que temos na sala de estar há umas décadas.
Mas o facto de ainda se aventurar em rondas deste tipo acaba por ter algum efeito profilático: recorda-nos de que há bem poucos anos a atitude da PSP se enquadrava na filosofia do regime e permite-nos chamar à colação outros casos análogos cá da casa e de outras paragens:
- A tentativa de proibição de Maria, Eu vos Saúdo, pelo então edil de Lisboa, Kruz Abecassis;
- A saída de Herman José do ar devido ao Humor de Perdição;
- O chorrilho de disparates que se seguiu ao sketch da Última Ceia, também de Herman José;
- O púdico véu colocado pelo Attorney General Ashcroft sobre uma estátuta da justiça, que teimava em ostentar um desnudo seio;
- A censura de um outro escandaloso seio num quadro de Tiepolo para uma recente conferência de imprensa de Berlusconi.
Há que vigiar os vigilantes e insistir em explicar-lhes o alcance das liberdades fundamentais que permitem estas indecências. Especialmente quando deparamos com instituições como o MP de Torres Vedras ou a PSP de Braga, que deveriam precisamente velar pela livre expressão daquilo que pretenderam suprimir.
A nossa imagem da República que se ponha a pau, senão estarão a cobri-la com mais uns paninhos muito em breve…
Labour
24 Fevereiro 2009, 13:22 · Hugo Costa
Por falar do Futuro do Labour.
Os Chocolates do Futuro
24 Fevereiro 2009, 1:36 · Hugo Costa
O Filme “Forrest Gump” (1994) tem como hino a sua frase, ” A vida é como uma caixa de chocolates, nunca se sabe o que está lá dentro”.
Hoje o day after da cerimónia dos Óscares, onde os E.U.A. se renderam ao “outro” (neste caso à Índia) voltamos à vida real e ao que está dentro da caixa de chocolates.
Se fiquei chocado com as afirmações de Alberto João Jardim sobre os estrangeiros na Madeira, não fico mais confortável com as afirmações da Ministra do Interior Britânica Jacqui Smith, que deseja que os Ingleses tenham prioridade no trabalho, esquecendo os 3,8 milhões de trabalhadores estrangeiros residentes no país. Esta afirmação é tão mais insensata e dolorosa do ponto de vista social quando é emanada de um governo do Partido Trabalhista, partido que há muito esqueceu as bandeiras da esquerda.
A Europa tem de compreender que só ganha olhando para o futuro em conjunto. Uma Europa a 27 requer uma visão diferente, uma visão de União e não se tratarem povos tão diferentes como portugueses e húngaros (por exemplo) como concorrentes, mas sim como parte dos mesmos objectivos, rumo a um futuro mais forte.
Não podemos voltar aos erros do passado…que a História nos demonstra. E o “outro” está à nossa espera como uma caixa de chocolates.
“O” momento red carpet da noite!
23 Fevereiro 2009, 20:34 · Tiago Antunes
Um post sobre futebol português e arbitragem
23 Fevereiro 2009, 19:05 · Miguel Cabrita
Este fim-de-semana, toda a gente viu o que se passou dentro do campo no Estádio do Alvalade. Uma vergonha o que aconteceu e o modo como certos intervenientes se comportaram no relvado, diante de todos. É inadmissível tentar negar, de tão evidente.
Especialmente na segunda parte, o Benfica não esteve à altura dos acontecimentos. O jogo teve, por isso, um justo vencedor, talvez com falhas de arbitragem (que há sempre) mas sem aquele sabor amargo das interferências estranhas que, ano após ano, minam a credibilidade e arruinam o futebol.
Seria muito bom que fosse sempre assim. De preferência, claro, com outro resultado. Mas assim.
Rumble Fish
23 Fevereiro 2009, 17:56 · André Salgado
Há quem defenda que a Academia não reconheceu Mr. Rourke por não se reconhecer quem apenas representa a sua vida. Faz mal. Não se traça o percurso tortuoso, os dias ganhos, os anos perdidos e a redenção, para ter o reconhecimento. A Academia não percebeu o que lhe caiu no colo. Faz mal. Representar a sua vida? Não é isso a última utopia?
Your pain, my gain
23 Fevereiro 2009, 16:48 · André Salgado
Da esquerda à direita, foi unânime a euforia gravidade com que a oposição recebeu o aumento do número de desempregados inscritos no início do ano, mesmo não sendo um dado surpreendente para ninguém. Depois do desapontamento pela taxa de desemprego de 2008 ter ficado aquém do esperado, haja boas novas. Para o dr. Paulo Portas, por exemplo, mais portugueses fiquem sem emprego, melhor se castiga Sócrates.
Deutsche Bank estima contracção da economia alemã de cinco por cento
23 Fevereiro 2009, 11:37 · Hugo Mendes
Se isto se confirmar, preparem-se para o pior.
A Valsa da Paz
23 Fevereiro 2009, 4:15 · Hugo Costa
Os Óscares são algo em que não acredito. Representam um sublinhar de um mundo “irreal” e que olha para o ”tudo”, numa terra de “sonhos perfeitos”.
Contudo, já que retirei muitas horas de sono para os ver o espectáculo (de pouco nível), não posso deixar de sublinhar não estarmos a ver a “A Valsa com Bashir” com a estatueta dourada.
Este filme faz nos pensar nos conflitos de Israel com outros olhos. Sublinha a necessidade de solucionar o problema daquele tampão do mundo, sem extremismos e com paz.
O filme não é mais que um hino anti-guerra e a TODOS os que sofrem com ela…Contudo os resultados das últimas eleições em Israel não dão muitas esperanças…e um filme políticamente incorrecto para Israel dificilmente ganha nos E.U.A..
Rochemback e o CM (ou o Sporting sem Tó Madeira)
23 Fevereiro 2009, 0:23 · Mariana Vieira da Silva
Tudo o que vale a pena saber sobre o derby de sábado, no sítio do costume:
“Aliás, o debate sobre os laterais-direitos do Sporting devia acabar antes de ter tempo de ganhar importância. Há pessoas que continuam a perguntar em voz alta se Pedro Silva é pior que Abel - uma linha de inquérito que faz tanto sentido como tentar saber se o Pol Pot era mais mauzinho que o Estaline. Numa sociedade civilizada, a posição humanista e liberal é decidir que são ambos monstros genocidas, e emprestar os dois ao Trofense” , pelo Rogério Casanova.
Faria a diferença se a esquerda europeia estivesse na linha da frente?
23 Fevereiro 2009, 0:07 · Hugo Mendes
Gostava de pensar que, se em vez de Barroso, Merkel e Sarkozy, estivessem à frente deste processo líderes de centro-esquerda - como, por exemplo, Prodi, Schroeder ou Jospin -, se conseguiria ir até onde é preciso.
Miguel Portas Cabeça de Lista
22 Fevereiro 2009, 23:20 · Hugo Costa
Miguel Portas foi apresentado como cabeça de lista do Bloco de Esquerda às Europeias. Este facto não é notícia, trata-se da terceira vez consecutiva (1999,2004 e 2009).
O Bloco, partido que apregoa a renovação política como arma de arremesso continua como é normal nos partidos vanguardistas de esquerda no “FAZ O QUE EU DIGO, MAS NÃO FAÇAS O QUE EU FAÇO”. A renovação como sempre é só para os outros, na sua suposta supremacia intelectual e ideológica.
3 Vezes o mesmo cabeça de lista às europeias, 10 anos de liderança de Francisco Louçã. Onde está a renovação?
Mesmo antes de irmos ganhar a Alvalade
21 Fevereiro 2009, 19:22 · Hugo Mendes
«Dois economistas encontram-se. Um pergunta ao outro:
- Tu compreendes o que se passa?
- Espera, vou explicar-te.
- Não, não, explicar não é difícil, eu também sou economista. Não, o que te pergunto é se tu compreendes».
(piada popular na Rússia em meados da década passada, contada aqui)
Haja esperança
20 Fevereiro 2009, 20:26 · André Salgado
para o futuro profissional de José Manuel Fernandes. Os leitores do Público começam a assimilar a mensagem do Público.
20 Fevereiro 2009, 19:51 · Tiago Barbosa Ribeiro
Pois é. Aqui.









