PSD vai gastar mais 680 mil euros que qualquer outro partido…
30 Abril 2009, 13:01 · Hugo Costa
Algo vai mal no reino da Dra. Manuela e do seu rigor.
A verdade trocada do site do PSD
29 Abril 2009, 18:31 · Hugo Costa
O PSD lança sites diariamente e confunde PSD com um tal PSDV.
Depois de uma análise cuidada do site principal do partido vejo que não tiveram cuidado de o actualizar.
Perante esta informação, o Eng. António Paiva é Presidente da Câmara do meu município. Mas a verdade é que já lá vai um ano e meio que o mesmo abandonou a cidade ao “vazio”. Veja a página oficial da Câmara de Tomar e analise a situação.
Pessoalmente retiro as seguintes conclusões:
1 - Fraca qualidade e fiabilidade da dita nova campanha digital do PSD.
2 – Esquecimento do PSD nacional dos municípios do interior. Santana Lopes aparece em destaque como candidato. Enquanto isso o candidato ao meu município nem está como Presidente de Câmara. Não o apoio, mas tenho pena dele. O seu partido esqueceu a sua existência.
É esta a verdade de Ferreira Leite?
Não sei a que estratega se deve o génio mas isto vai
29 Abril 2009, 18:02 · André Salgado
Primeiro a premonição lúgubre
Depois a fé na escolha
Agora o apelo
Cindy Jackson, presidente do PSDV
29 Abril 2009, 12:25 · Rui Branco

Felizmente que o custo é de chamada local
28 Abril 2009, 13:08 · Hugo Costa
D. Sebastião do Sporting
28 Abril 2009, 12:42 · Hugo Costa
Mais um a pensar que pode ser D. Sebastião numa noite de nevoeiro?
MFL e a segurança social
28 Abril 2009, 11:18 · Mariana Trigo Pereira
Manuela Ferreira Leite mostrou-se ontem, em entrevista ao Mário Crespo, preocupada com as contas da Segurança Social num contexto de acréscimo da despesa (via novos abonos de família, etc.) – “A Segurança Soical não pode ficar em boa situação se continuar a pagar tudo isso (…) Em que estado está a Segurança Social?”.
Apesar destas dúvidas e inquietações, MFL não hesita em defender a redução dos custos das empresas com os trabalhadores por via da redução da taxa social única. Em que estado ficará a Segurança Social?
MFL e as eleições europeias
28 Abril 2009, 11:09 · Mariana Trigo Pereira
“Se as perder, perdi”
(Esqueçam a garra e a determinação, o tempo é de falar verdade)
Um desejo para os 12 anos de escolaridade
26 Abril 2009, 12:38 · Mariana Trigo Pereira
Todos os passos no sentido de uma maior igualdade de oportunidades e de uma maior qualificação dos portugueses são de saudar. É importante, no entanto, ter presente que a escolaridade obrigatória não se traduz apenas em mais anos que os jovens passam na escola, num maior nível de qualificação da população, em melhores oportunidades de realização pessoal e profissional, em maiores índices de produtividade (com consequências sobre o crescimento económico, etc.).
Tudo isto é verdade, mas há mais. 12 anos na escola são 12 anos de aquisição de um conjunto de conhecimentos considerados fundamentais por uma sociedade. A escolaridade obrigatória tem (ou deveria ter) a grande responsabilidade de formar e estimular a cidadania dos jovens. Muitos deles, mais tarde, vão ter um papel a desempenhar nas decisões colectivas, vão ser chamados a participar na orientação de políticas de forma directa ou indirecta, através do voto.
Estes conhecimentos ‘base’ são determinantes na escolha colectiva de princípios justos, como nos lembra John Rawls. A par da sua ideia de ‘véu de ignorância’ – esse contexto artificial em que cada indivíduo avaliaria princípios de justiça desconhecendo factos particulares como a sua posição e status social, o seu nível de riqueza, as suas capacidades ou inteligência-, Rawls refere também que estas escolhas ‘justas’ pressupõem, no entanto, alguns conhecimentos fundamentais:
«It is taken for granted, however, that they know the general facts about human society. They understand political affairs and the principles of economic theory; they know the basis of social organization and the laws of human psychology. Indeed, the parties are presumed to know whatever general facts affect the choice of the principles of justice.»
São estes ‘general facts about human society‘ que eu gostaria de ver garantidos nos 12 anos de escolaridade obrigatória.

Em escuta aqui ao lado >>>
25 Abril 2009, 10:38 · Mariana Trigo Pereira
Portugal Ressuscitado
Música: Pedro Osório
Letra: José Carlos Ary dos Santos
Bom 25 de Abril.
25 de Abril
24 Abril 2009, 13:53 · Hugo Costa
Amanhã é dia 25 de Abril. Mais que discutir as pazes com a História de que são símbolo as requalificações de carreira e promoções de Jaime Neves e Otelo Saraiva de Carvalho, importa salientar a liberdade e democracia.
35 Anos são um período histórico que começa a permitir muitas visões menos apaixonadas.
Se hoje queremos ensinar os valores da liberdade aos mais jovens temos de repudiar casos como o da câmara liderada pelo PSD em Santa Comba. Homenagear indirectamente Salazar na sua terra natal no dia 25 de Abril não é minimamente aceitável, não passa de esquecer anos de ditadura e repressão.
Uma referência ao jovem capitão que saiu de Santarém nessa madrugada de Abril. Um homem corajoso e que representa a “revolução dos cravos”. Não me esqueço que o actual Presidente da República enquanto Primeiro-ministro teve a “coragem” de fazer chumbar uma justa compensação para a família de Salgueiro Maia. A História não se apaga.
Uma piada. Mas de muito mau gosto.
23 Abril 2009, 11:21 · Tiago Antunes
Portugal a preto e branco
22 Abril 2009, 12:36 · Hugo Costa
Manuela Ferreira Leite é Portugal a preto e branco.
Veja este vídeo:
Prós e Contras III
21 Abril 2009, 11:27 · Tiago Antunes
Era suposto ser um Debate sobre as Europeias.
Mas, de Debate não teve nada. Foi mais uma espécie de prova oral ao “candidato” Vital Moreira, por 4 ferozes examinadores. E de Europa quase nada teve…
Atraso de Rangel
21 Abril 2009, 2:08 · Hugo Costa
Paulo Rangel chegou atrasado ao debate dos Prós e Contras. Foi maquilhado no decorrer do vídeo introdutório. Na apresentação do programa foi referido o seu atraso. É esta a imagem de seriedade e rigor que o PSD de Ferreira Leite oferece?
Prós e Contras II
20 Abril 2009, 23:31 · Tiago Antunes
Paulo Rangel: «eu não vou adjectivar, vou manter o nível, a elevação e a elegância do debate»
Paulo Rangel: «o candidato Vital Moreira tem tiques estalinistas» / «não venha para aqui com a sua moral de pacotilha» / «esta vitimização à Calimero»
Prós e Contras I
20 Abril 2009, 23:25 · Tiago Antunes
Talvez amanhã alguém possa explicar ao Deputado Nuno Melo a diferença entre verbas do QREN aprovadas, comprometidas, contratadas e efectivamente pagas.
Claro que as verbas efectivamente pagas são, neste momento, relativamente baixas, porque primeiro os cidadãos e as empresas têm de se candidatar aos financiamentos comunitários, depois essas candidaturas têm de ser analisadas, depois de seleccionadas as candidaturas têm de ser assinados os contratos de financiamento, só então se iniciam os projectos (que demoram tempo a concretizar) e começam a ser feitos os investimentos e só depois disso é que os cidadãos e empresas têm recibos para apresentar e poder, finalmente, receber os financiamentos comunitários (que só são efectivamente pagos no fim da linha, contra recibos de despesas preteritamente realizadas).
A verdade de Ferreira Leite
20 Abril 2009, 9:23 · Hugo Costa
A ser verdade, o PSD prepara-se para enganar os eleitores portugueses. É esta a verdade de Ferreira Leite?
Dupond & Dupont
18 Abril 2009, 21:37 · Tiago Antunes
Ferreira Leite concorda “inteiramente” com Cavaco.
A sério??? Que surpresa…
Instrumentalização da luta
17 Abril 2009, 18:12 · Hugo Costa
Tem dúvidas na instrumentalização da luta dos professores pelo PCP?
Desconcentrações mediáticas
17 Abril 2009, 16:05 · Miguel Cabrita
1. É só impressão ou nenhum dos opositores da Lei para sobre concentração nos media (e apoiantes do veto presidencial, portanto) teve alguma coisa a dizer sobre isto: Alberto João Jardim cede jornal a privados para contornar lei do pluralismo dos media.
Vale a pena ler o texto na íntegra (seguir link), mas eis alguns dos aspectos da questão:
(…)
(Nota: como refere a notícia, a EDN é uma empresa detida pelos grupos Blandy e Controluinveste)
2. Independentemente dos méritos e deméritos que as soluções previstas na Lei possam ter, e que merecem ser discutidos, a questão da liberdade dos media é essencial para o funcionamento e para a qualidade do regime democrático. Esperar por hipotética regulação europeia nesta matéria, uma das razões invocadas para justificar o veto presidencial, não é razão para não legislar agora sobre essa matéria - fazendo, se necessário, adaptações à lei mais tarde. Invocar a proximidade de períodos eleitorais, outro dos argumentos para adiar a legislação, também só faria sentido se fossem invocadas as disposições específicas da lei que poderiam ter algum efeito negativo sobre tais processos - porque, em princípio, a ter algum serão positivos, mesmo que preventivos.
E indepentemente do caso em apreço, ou de qualquer outro em que se possa pensar, não é argumento dizer que o problema da concentração dos media não se põe em Portugal. Mesmo que fosse verdade (e não é, como se vê, a não ser para quem ache que a Madeira é mesmo um mundinho à parte), legislação delicada como esta deve ser feita antes de a questão se colocar, e antes que seja por isso necessário legislar a pensar em casos concretos, tão escandalosos como o citado ou não. Isso sim, seria grave.
40 anos
17 Abril 2009, 13:40 · Hugo Costa
Hoje é dia 17 de Abril. Uma data a lembrar. Olhar para a crise académica de 1969 é uma obrigação de todos os democratas. Um apreço especial ao Dr. Alberto Martins, poucas vezes na História portuguesa terá sido um tão grande acto de coragem pedir a palavra. As prisões, perseguições e cargas policiais foram a resposta.
Exemplos como este fazem-nos acreditar na luta por um mundo melhor.
BASTA
17 Abril 2009, 11:44 · Tiago Antunes
Isto é que é um escândalo, uma autêntica roubalheira!
E, no entanto, o sentimento popular - que culpa os políticos por tudo e mais alguma coisa, nomeadamente pelo preço dos medicamentos - coloca os médicos no altar, quais santos imaculados e acima de qualquer suspeita.
Bem sei que os gajos salvam vidas e tal, mas já era tempo de se acabar com esta adoração provinciana, impunidade serôdia e subserviência parola face aos senhores doutores, “chamando os bois pelos nomes”: andam-nos a ir ao bolso, é o que é…
É que eu também gosto muito de viajar e de receber relógios e garrafas de whiskey, mas não à conta da despesa de farmácia dos outros!
O emplastro, versão 2.0
16 Abril 2009, 15:17 · Miguel Cabrita
Ainda sobre os Xutos, manifestos e manifestantes, interessante também comparar as reacções de diferentes partidos, reportadas no texto do Público citado: PSD não comentou. O PS idem. O PCP - o P C P - salienta as preocupações sociais que sempre estiveram presentes nas letras dos Xutos, e não atribuem especial importância a esta em particular. O CDS salienta a liberdade de criação dos artistas e o direito a exprimir posições através da música, quaisquer que sejam.
Já o BE…bem, o BE destacou o seu querido líder para uma declaração na melhor tradição (e tentação) do entrismo e da prática corrente de tentar aparecer em todas as fotografias, mesmo que num cantinho - como tem feito recentemente ao reclamar, por cima do ombro de outros (e que outros!), o seu quinhão das “grandes manifestações” que a CGTP e o PCP têm organizado.
Diz então Louçã que a música é um “manifesto dos Xutos” (desmentindo os próprios, portanto) e que provavelmente “entrará depressa na iconografia popular”. Como o emplastro, portanto. O primeiro.
O “manifesto” e os seus manifestantes
16 Abril 2009, 15:13 · Miguel Cabrita
Anda por por aí alguma excitação com uma música chamada “sem eira nem beira” incluída no novo álbum dos Xutos & Pontapés. A ideia até me agrada, não fossem os contornos desta história os que se vão tornando habituais.
Segundo o Público de ontem, o refrão inclui um prometedor “senhor engenheiro”, e a letra (transcrição na íntegra no interior do jornal) aborda questões como as desigualdades sociais e perante a justiça, o sentimento generalizado de impunidade dos “poderosos” e da opacidade que rodeia os processos do poder e do enriquecimento. Temas que são caros não apenas a muitos músicos rock, mas a muitos cidadãos - em rigor, a todos os que acreditem não apenas na qualidade da democracia mas numa sociedade mais justa e igualitária. Que músicos dêem voz a essas preocupações só pode ser bom, se são músicos com grande visibilidade ainda melhor e os Xutos têm um currículo que fala por si.
A TVI, sempre na linha da frente, fez aparentemente um vídeo de “Sem eira nem beira” com imagens várias do primeiro-ministro, investindo vários minutos do precioso tempo televisivo nessa montagem. Não vi o vídeo, ou a “peça”, mas não restam grandes dúvidas de que se enquadra bem nos serviços “noticiosos” da estação.
O Público, sempre atento, fez ontem eco deste acontecimento, e bem. Um eco tal que catapultou o tema para uma primeira página em que a toda a largura se lia, a acompanhar uma bela fotografia de Tim e Zé Pedro em concerto, o desejo profundo do editor de serviço: “nova canção dos xutos transformada em manifesto anti-sócrates”. A acompanhar o destaque, um “excerto” da letra - tão selectivo que na verdade é uma truncagem, para melhor poder ser “interpretada” pelos leitores à luz de certos “casos” recentes.
Zé Pedro, guitarrista da banda, diz entretanto no texto do interior do jornal (um texto interessante, equilibrado e honesto, sublinhe-se) que “simpatiza” com o primeiro-ministro e que a música não é sobre ninguém mas sobre a “classe política” em geral. No fundo, contra “o sistema”, imagem recorrente os Xutos, em repetidas ocasiões e entrevistas.
Quanto aos temas referidos, encontramo-los com frequência noutras músicas da banda, e em algumas delas em formulações quase inalteradas - para citar o exemplo mais óbvio, no exercício meio-rock-meio-rap de “Estupidez” (1993, Direito ao deserto). Aliás, em bom rigor, é completamente irrelevante se a música em causa tem um “alvo” particular ou geral; tal com o o é a simpatia, antipatia, ou ausência de ambas, por Sócrates, em qualquer dos casos um direito a exercer. E é também pouco relevante o uso que a música e a letra venham a ter, independentemente da intenção de quem a criou.
Pela minha parte, porque gosto dos Xutos e porque sempre conseguiram ser coerentes e relevantes, desejo toda a sorte do mundo ao novo álbum, que ainda não ouvi, e que continuem a fazer música nova com vontade e visibilidade. Sendo que é mil vezes preferível (não apenas para eles) que as músicas que ganham relevância não sejam os ai-se-ele-cai-lá-lá-lá deste mundo.
Quanto aos promotores do manifesto…como de costume, estão no direito de reportar, ou “prever”, que a canção está a ser “usada” ou “transformada” num manifesto. Mas já agora podiam dizer por quem.
Serviço Público
16 Abril 2009, 14:31 · Mariana Vieira da Silva
O podcast do programa Quase Famosos, em que o Pedro e Adão e Silva e o Nuno Costa Santos nos contam o que andam a ouvir, já está disponível. Música sempre óptima, para todas as ocasiões, enquanto se trabalha, a caminho da praia, no alfa-pendular. Um acontecimento que torna o ipod um objecto ainda mais essencial, portanto.
Em escuta aqui ao lado >>> PJ Harvey: black hearted love
16 Abril 2009, 13:15 · Miguel Cabrita

Ela voltou para nos assombrar, volta sempre. E teremos para já de nos contentar com isso, a não ser que sejamos um dos privilegiados que compraram bilhetes para o concerto de 2 de Maio na Casa da Música. Que, dizem-me, esgotaram em 25 minutos.
O recém-editado álbum A woman a man walked by retoma a parceria de meados dos anos 90 com John Parish. Como álbum, não é o conjunto mais coerente e articulado, mas os seus desequilíbrios representam bem o que é o percurso recente de PJ Harvey: retoma algo da crueza de Uh uh her (2004) e, sobretudo, da incursão, carregada de simplicidade mas também de angústia, por universos de memórias distantes em White chalk (2007). Esta proximidade, presente apesar de a escrita das músicas ter ficado a cargo do junior partner da coligação (o que não deixa de ser notável), sublinha (como se fosse necessário) a marca personalizada dos poemas, da voz e da interpretação de PJ, por entre segmentos quase torturados, de difícil audição, e momentos de beleza irresistível como a faixa de abertura “black hearted love“. Aqui ao lado, o vídeo oficial, ilustrativo e igualmente irresistível.
p.s. E sobre concertos como este na Casa da Música - ou melhor, ao que parece numa sala mais pequena da Casa da Música (!) -, uma mensagem aos responsáveis e aos promotores de concertos em geral: porque não pensar em organizar um concerto dos U2 na Malaposta ou dos Rolling Stones na Incrível Almadense? Ou transferir os Depeche Mode do Bessa para os Maus Hábitos? Fica a sugestão.
Black Hearted Love
I think I saw you in the shadows / I move in closer beneath your windows / Who would suspect me of this rapture?
And who but my black hearted love / And who but my black hearted love
When you call out my name in rapture / I volunteer my soul for murder / I wish this moment here forever
And you are my black hearted love / And you are my black hearted love / In the rain, in the evening I will come again
I’d like to take you / I’d like to take you to a place I know / My black hearted…
Política de brincar às escondidas
15 Abril 2009, 20:24 · Tiago Antunes
Afinal, não foram precisos spinners. O próprio candidato tratou de justificar a demora na sua apresentação pública. Com duas razões.
A 1.ª: o PSD não queria «desviar a agenda da crise para a questão europeia».
Portanto, por um lado, Paulo Rangel afirma que vai fazer uma campanha para as europeias à base de temas nacionais (o que, já de si, tem o que se lhe diga…), inclusivamente inventando supostas mordaças e tudo. Por outro lado, Paulo Rangel entende que o início da sua campanha podia perturbar a discussão de temas nacionais. Em que ficamos, afinal??? Isto é que é coerência, hein? Não começa mal, não…
A 2.ª: sendo o candidato o líder da bancada parlamentar, era melhor que a bancada descobrisse o mais tarde possível para «minimizar qualquer impacto sobre os trabalhos do grupo parlamentar».
Ou seja, a política de verdade é, afinal de contas, uma política de brincar às escondidas…
Eu não sou economista, mas…
15 Abril 2009, 19:59 · Tiago Antunes
- Já no mês passado Vítor Constâncio tinha explicado que, na actual conjuntura, reduzir os impostos de nada serviria, visto que - em contexto de incerteza - essa folga nunca seria dirigida para o consumo ou para o investimento, mas para a poupança. Logo, um alívio fiscal não permitiria estimular a economia.
- Ontem, Vítor Constâncio reafirmou o que já havia dito, mas desta feita com números para o comprovar: a revisão em baixa do PIB ontem efectuada deveu-se a uma contracção do consumo privado e do investimento (bem como uma diminuição das exportações).
- Por que motivo continua, então, o CDS-PP a insistir numa redução de impostos que não faz sentido absolutamente nenhum???
Argumento
15 Abril 2009, 18:30 · Hugo Costa
O argumento utilizado para votar PSD é apoiar Durão Barroso. Porque não é ele o cabeça de lista?
Mesmo com todas a lições de moralidade e “ensaios sobre a cegueira” que o PSD queira dar ao PS sobre o assunto, a verdade é que 5 anos passaram desde que o PSD liderado pelo então Primeiro-ministro Durão Barroso dizia publicamente apoiar o Comissário Europeu António Vitorino. Enquanto isso nos bastidores da “política real” preparava a sua fuga pessoal para o lugar, deixando o país entregue ao caos e ao pior Primeiro-ministro da História democrática.
Neste campo o PSD devia ser o último a dar lições de moralidade.
Haja decência.







