45 anos, they say
29 Setembro 2009, 15:12 · Mariana Vieira da Silva
A liga portuguesa começou ontem
17 Agosto 2009, 2:32 · Miguel Cabrita

E pelo que se viu, business as usual.
9.58 segundos arrepiantes
16 Agosto 2009, 21:24 · Mariana Trigo Pereira
Instantes antes da partida, é evidente pelas expressões e gestos de ambos que Bolt e T.Gay sabiam o que aí vinha. Estes são sem dúvida os melhores momentos de televisão - aqueles em que todos torcemos irracionalmente pela superação do homem pelo homem e sentimos empatia com a rouquidão instantânea do comentador que, no local e em directo, confirma a realidade e a grandeza deste feito histórico.
Les Paul: a beleza eternizada
14 Agosto 2009, 17:06 · Miguel Cabrita

Não querendo transformar o blogue num obituário, e não sendo grande adepto de textos mortuários exageradamente emocionados e grandiosos, como por aí se vê tantas vezes, a verdade é que dificilmente terei alguma vaz melhor pretexto para postar uma fotografia de uma das mais belas guitarras eléctricas já concebidas.
Les Paul, que morreu ontem, foi um músico e inventor na origem de inovações técnicas e musicais que permitiram ao rock desenvolver-se como se desenvolveu. Merecidamente, esta Gibson imortaliza o seu nome e é pura e simplesmente impossível competir com ela (ou, aliás, com a sua descendência Epiphone). Beleza, elegância e muito estilo num objecto só.
Empowerment
12 Agosto 2009, 18:45 · Miguel Cabrita
Carlos Queiroz sobre o Liechtenstein: “Não é uma equipa do primeiro nível, mas tem capacidades similares às da Dinamarca. Parece-me um adversário ajustado”. Eis uma dúvida que ainda é preciso tirar, pelo menos por quem tiver paciência para tal. Há coisas que nem na silly season têm explicação.
Um grande Homem
10 Agosto 2009, 15:10 · Hugo Costa
Muitas têm sido as homenagens e palavras a Raul Soldado. O Homem da Guerra de 1908, do Zip-Zip e de muitos outros grandes momentos merece o nosso grande aplauso.
O cidadão interessado que ainda há dias se encontrava na apresentação de António Costa (última vez que o vi ao vivo) merece o nosso respeito.
Fica aqui o agradecimento a um grande Homem.
Programa e política(s)
30 Julho 2009, 13:29 · Miguel Cabrita
Ter a ambição de governar implica ter um programa completo e transparente e sujeitá-lo, atempadamente, à apreciação dos cidadãos. Além de uma obrigação democrática, é uma pré-condição para, como agora alguns se lembraram de inventar, ”fazer política com as pessoas”. De outro modo, far-se-ão muitas coisas com as pessoas, mas dificilmente “política”.
O PS apresentou ontem o programa com que se apresenta às legislativas: no tempo certo, a dois meses das eleições, com opções claras e propostas escrutináveis. Outros apresentarão as suas ideias quando julgarem conveniente ou quando estiverem preparados para isso. E nessa altura poderemos comparar.
Enquanto isso não é possível (durante quanto mais tempo?), pode ler o programa do PS na íntegra aqui.
In memoriam
30 Junho 2009, 15:48 · Tiago Antunes
Faleceu a diva do Tanztheater Wuppertal. Depois do criador da moonwalk, outro génio que parte…
Why aren’t you in the administration?
13 Junho 2009, 14:05 · Mariana Vieira da Silva
A ouvir ali ao lado, música de intervenção. Dedicada a Paul Krugman, em modo de apelo.
Para viciadinhos, que passam por aqui todas as manhãs.
(obrigada, Pedro)
Aqui ao lado » » » Deerhunter: never stops
1 Junho 2009, 21:28 · Miguel Cabrita

Uns estarão hoje no Lux; outros não e ficam a perder. E não é pouco. Um dos mais prometedores álbuns de 2008 promete um excelente concerto.
p.s. Para os que estão no grupo dos ausentes, um pequeno prémio de consolação.
Em escuta aqui ao lado>>>
29 Maio 2009, 14:02 · Mariana Trigo Pereira

Xutos e Pontapés
Álbum: Dados viciados (1997)
#3: Dá um mergulho (no mar)
(Porque hoje, à semelhança de ontem, vão estar boas condições para mergulhos até para lá das dez da noite)
Todos à cinemateca
21 Maio 2009, 21:01 · Mariana Trigo Pereira

Amanhã, pelas 21h30 a cinemateca passa o filme da vida de João Bénard da Costa.
As portas estarão abertas para ver ou rever Johnny Guitar - um western muito particular, inteiramente dominado pelas personagens femininas. Celebrarmos o cinema naquela casa será a mais merecida das homenagens.
Campeonato nacional
19 Maio 2009, 19:04 · Miguel Cabrita

Para não deixar passar em claro o facto de o Algarve voltar a ter um clube na primeira divisão no campeonato português, sete longos anos depois de o Farense ter iniciado um processo de sucessivas descidas de divisão e quase desaparecimento (que parece em fase de reversão, apesar de infelizmente ter por estes dias falhado por pouco o regresso à 2ª Divisão B).
É certo que o Olhanense, que regressa 35 anos á divisão principal, não tem a dimensão do Farense. Mas tem muitos adeptos, tradição e garante que de Lisboa para Sul haverá pelo menos uma equipa na Liga. Sendo que é bom não esquecer que Estrela da Amadora, na secretaria - e bem -, Belenenses no campo, e Setúbal no campo e na secretaria estão em situações pouco famosas.
Importante será que, enquanto o Farense não volta ao seu lugar, o Olhanense tenha uma presença digna na Liga. E que não a tenha como semi-satélite de qualquer outro clube, mas antes como uma equipa a contribuir como deve para um campeonato de âmbito verdadeiramente nacional e com mais verdade desportiva.
Sem comentários…
19 Maio 2009, 16:23 · Tiago Antunes
P. 32 do i de hoje. Entrevista a Paula Bobone sobre a Gala dos Globos de Ouro:
«O que achou da gala? Quem estava mais bem vestido?
Momento cultural
19 Maio 2009, 16:02 · André Salgado
“No dia seguinte, o Tim e eu estamos na praia, sob um céu calmo e limpo, a jogar gamão. Estou eu a ganhar. Ele está a ouvir música no Walkman, pouco interessado no resultado do jogo. Lanço dois seis. Ele varre a praia com um olhar indiferente. O rosto dele não tem qualquer expressão. Lança os dados. Um passarinho vermelho pousa no guarda-sol verde. A Rachel aproxima-se de nós. Tem um biquini azul pequeno e um lei cor-de-rosa ao pescoço. Bebe uma Perrier por uma palhinha”
A inaugurar a corrente “parágrafos ao acaso”. Para passar a todos os que participaram na interessante e bem sucedida corrente da transcrição do terceiro parágrafo da página 58 do livro que estiveram a ler na noite passada (para o professor Marcelo, do segundo livro a contar de baixo, terceira pilha).
Nota: atenção, não vão por aí, quem esteja já a pensar tratar-se de mais um excerto da auto-biografia de Vasco Campilho. Não é. É mesmo um parágrafo ao acaso de um livro escolhido ao acaso.
Prêt-à-Copuler
18 Maio 2009, 17:25 · Tiago Antunes
Ai não??? Bolas, estes socialistas são sempre a mesma coisa. Muita promessa, muita propaganda, mas depois deixam sempre a coisa a meio…
Benedetti morreu
18 Maio 2009, 11:53 · Rui Branco
A culpa é de um
Porventura foi uma hecatombe de esperanças
um desabar de algum modo previsto
ah! mas a minha tristeza teve um sentido só
todas as minhas intuições assomaram
para ver-me sofrer
e seguramente viram-no
até aqui tinha feito e refeito
os meus trajectos contigo
até aqui havia apostado
em inventar a verdade
mas encontraste a maneira
uma maneira terna
e ao mesmo tempo implacável
de deixar sem esperança o meu amor
com um simples prognóstico o deportaste
dos subúrbios da tua vida possível
o embrulhaste em nostalgias
o carregaste por um bom bocado
e devagarinho
sem que o ar nocturno o apercebesse
ali mesmo o deixaste
sozinho à sua sorte
que não é, pois, muita
creio que tens razão
a culpa é de um quando não se faz enamorar
e não dos pretextos
nem do tempo
faz muito, muito tempo
que eu não me enfrentava
como ontem à noite ao espelho
e fui implacável como tu
mas não fui terno
agora estou só
francamente
só
custa sempre um bocadinho
começar a sentir-se um desgraçado
antes de regressar
aos meus lúgubres acampamentos de Inverno
com os olhos bem enxutos
se por acaso
te vejo ao entrar na neblina
e começo a recordar-te
Mario Benedetti, «La culpa es de uno», versão RB.
FATALmente Cénico
14 Maio 2009, 12:38 · Tiago Antunes
Está a decorrer, até ao fim do mês, o FATAL - o Festival de Teatro Universitário organizado pela Universidade de Lisboa, que este ano faz 10 anos (credo, só de pensar que participei na 1.ª edição e já passou uma década desde então…) e está melhor de ano para ano. Começou como uma coisa pequena, mais ou menos improvisada e assente na boa-vontade de um número muito pequeno de pessoas e, com a perseverança dessas pessoas e um conjunto de colaborações que entretanto foi congregando, firmou-se definitivamente como o momento alto do teatro universitário em Portugal.
Na terça-feira passada, dia 12, foi dia de Cénico de Direito. E, como não podia deixar de ser, lá fui eu à Comuna para um momento que, pessoalmente, é sempre carregado de grande dose de nostalgia.
A peça era O Despertar da Primavera, de Franklin Wedekind. Excelente texto, sobre a passagem da infância à juventude e os terrores da descoberta do corpo (do próprio e do outro), da sexualidade, da maternidade precoce. Uma mistura de inocência e malícia, de ingenuidade e sonsice, de verdade e efabulação, de descoberta e experimentação. Tudo sempre rodeado de grande fatalismo (muito próprio para o festival em causa…). Óptima encenação, como o Pedro Wilson nos tem habituado (gostei muito, por exemplo, do apontamento no foyer, antes ainda de a peça começar). Boas interpretações (tem futuro, o Cénico, com este elenco renovado). Em suma, uma bela ida ao teatro.
Nota negativa apenas para a Tertúlia que se seguiu à peça, no café-teatro da Comuna. Que, de tertúlia, não teve nada. Antes foi transformada numa cena muito pouco elegante (para dizer o mínimo) de ataque feroz e despropositado ao trabalho do Cénico por uns quantos puristas ressabiados, que se entretiveram a esgravatar pormenores ínfimos da peça na sua ânsia de descobrir defeitos (a pistola não era de época, os sapatos eram dos anos 90 e não dos anos 20, a personagem que estava fora de cena devia estar a ler o livro e não estava, …)
Séries da vida…
11 Maio 2009, 19:02 · Tiago Antunes
É verdade, fui acorrentado. E, para me desacorrentar, cá vai disto:
Em primeiro lugar, isto das séries «da vida» parece-me demasiado pomposo e definitivo. Tenho sempre imensa dificuldade - julgo que não serei o único - em elegar os/as qualquer-coisa «da vida». Para além de que, em matéria de séries, a minha memória de passarinho, por um lado, e algum pudor na exposição de certos gostos mais foleiros, por outro lado, impedem-me de fazer uma retrospectiva completa da coisa.
Posso começar por relatar as séries com gravação agendada no MEO lá de casa.
Como não podia deixar de ser, a West Wing (Homens do Presidente). Já devorei as sete temporadas em DVD e é, indiscutivelmente, «a» série da minha vida. Mas, estando a última temporada a passar no AXN (acabou há pouco tempo), não resisti a pôr a gravar. Não sei bem em que dias nem a que horas dava, mas sei que de vez em quando lá pingava mais um episódio no meu rol de gravações. Era como uma prenda que o MEO me deixava de vez em quando, sem eu saber, sem eu estar à espera. E era com uma alegria enorme que a recebia, deliciando-me a rever mais um episódio… Excepto para aí há quinze dias, quando revi o 22.º episódio da 7.ª temporada (a Inauguration do Matt Santos, o fim da era Bartlet, a CJ a sair de vez da Casa Branca…), deu-me cá uma melancolia. Fiquei genuinamente triste e saudoso. É este o impacto - o vazio… - que deixam as grandes séries.
Uma grande série é aquela que me faz rir desbragadamente, sozinho, no meio da sala. É aquela que me faz chorar. É aquela que me faz contorcer no sofá com espasmos de ansiedade pelo que se irá passar a seguir. É aquela que me faz repetir as deixas em voz alta.
A West Wing tinha tudo isto. Outras séries que, actualmente, provocam efeitos semelhantes são A Anatomia de Grey e Irmãos e Irmãs (ambas a gravar no MEO, escusado será dizer). E aqui entramos num outro capítulo, mais sentimentalóide, mais recreativo, mas nem por isso de menor qualidade. Brothers & Sisters, em concreto, é «a» minha série do momento. Vibro com as emoções daquela família, tão diferente e contraditória, tão cheia de choques e conflitos, tão sufocante e intrometida, mas tão próxima, tão ligada, tão família… E sempre tão surpreendente.
Ainda a gravar no MEO, Prison Break e A Unidade, ambas excelentes séries (estas no capítulo da acção e da estratégia).
Sem estarem a gravar no MEO, recordo duas “paixões” - “vícios” talvez seja mais apropriado - dos últimos tempos: The L word e Nip Tuck (este último uma crítica contundente, ainda que subliminar, à moderna sociedade hedonista, superficial e obcecada com as aparências, mas tudo de forma absolutamente crua, sem qualquer moralismo patusco).
Recuando um pouco mais, adorava o casal absolutamente improvável Darma & Gregg. E, recuando mais ainda, outro casal também improvável que vi vezes sem conta: Modelo e Detective. Não me posso esquecer, é claro, da grande Murphy Brown.
E depois, lá no mais remoto da minha memória, ficam duas séries inesquecíveis e marcantes. Basta ouvir a música do genérico de qualquer uma delas para ser imediatamente tele-transportado para a minha infância. Chefe mas pouco (Who’s the Boss?), com o grande Tony Danza. E Quem sai aos seus (Family Ties), com o Michael J. Fox no papel do irritantemente genial Alex Keaton.
Por fim, para me vingar, vou acorrentar a beautiful stranger Kel.
O Portugal que vence (embora também tenha sido condenado por corrupção)
11 Maio 2009, 14:01 · André Salgado
O Portugal que vence
11 Maio 2009, 1:05 · Tiago Barbosa Ribeiro

Cindy Jackson, presidente do PSDV
29 Abril 2009, 12:25 · Rui Branco

Em escuta aqui ao lado >>>
25 Abril 2009, 10:38 · Mariana Trigo Pereira
Portugal Ressuscitado
Música: Pedro Osório
Letra: José Carlos Ary dos Santos
Bom 25 de Abril.
BASTA
17 Abril 2009, 11:44 · Tiago Antunes
Isto é que é um escândalo, uma autêntica roubalheira!
E, no entanto, o sentimento popular - que culpa os políticos por tudo e mais alguma coisa, nomeadamente pelo preço dos medicamentos - coloca os médicos no altar, quais santos imaculados e acima de qualquer suspeita.
Bem sei que os gajos salvam vidas e tal, mas já era tempo de se acabar com esta adoração provinciana, impunidade serôdia e subserviência parola face aos senhores doutores, “chamando os bois pelos nomes”: andam-nos a ir ao bolso, é o que é…
É que eu também gosto muito de viajar e de receber relógios e garrafas de whiskey, mas não à conta da despesa de farmácia dos outros!
Em escuta aqui ao lado >>> PJ Harvey: black hearted love
16 Abril 2009, 13:15 · Miguel Cabrita

Ela voltou para nos assombrar, volta sempre. E teremos para já de nos contentar com isso, a não ser que sejamos um dos privilegiados que compraram bilhetes para o concerto de 2 de Maio na Casa da Música. Que, dizem-me, esgotaram em 25 minutos.
O recém-editado álbum A woman a man walked by retoma a parceria de meados dos anos 90 com John Parish. Como álbum, não é o conjunto mais coerente e articulado, mas os seus desequilíbrios representam bem o que é o percurso recente de PJ Harvey: retoma algo da crueza de Uh uh her (2004) e, sobretudo, da incursão, carregada de simplicidade mas também de angústia, por universos de memórias distantes em White chalk (2007). Esta proximidade, presente apesar de a escrita das músicas ter ficado a cargo do junior partner da coligação (o que não deixa de ser notável), sublinha (como se fosse necessário) a marca personalizada dos poemas, da voz e da interpretação de PJ, por entre segmentos quase torturados, de difícil audição, e momentos de beleza irresistível como a faixa de abertura “black hearted love“. Aqui ao lado, o vídeo oficial, ilustrativo e igualmente irresistível.
p.s. E sobre concertos como este na Casa da Música - ou melhor, ao que parece numa sala mais pequena da Casa da Música (!) -, uma mensagem aos responsáveis e aos promotores de concertos em geral: porque não pensar em organizar um concerto dos U2 na Malaposta ou dos Rolling Stones na Incrível Almadense? Ou transferir os Depeche Mode do Bessa para os Maus Hábitos? Fica a sugestão.
Black Hearted Love
I think I saw you in the shadows / I move in closer beneath your windows / Who would suspect me of this rapture?
And who but my black hearted love / And who but my black hearted love
When you call out my name in rapture / I volunteer my soul for murder / I wish this moment here forever
And you are my black hearted love / And you are my black hearted love / In the rain, in the evening I will come again
I’d like to take you / I’d like to take you to a place I know / My black hearted…
Percepções (que geram votos)
15 Abril 2009, 16:20 · Mariana Trigo Pereira
Há minutos atrás, no Marquês de Pombal, uma senhora de meia-idade, indignada:
“Cada governo que vem muda as carreiras dos autocarros! Uma pessoa deixa de andar e quando volta já não sabe onde fica a paragem do 22!”
Uma das melhores capas de sempre (ou judging a book by its cover)
8 Abril 2009, 13:40 · Mariana Trigo Pereira

* Confesso-me permeável ao marketing que gera estas capas, e aos algoritmos que produzem estas sugestões personalizadas em sites que nos dão as boas vindas e nos tratam pelo nome.
Madeira, o paraíso do pato-bravo
6 Abril 2009, 10:32 · Tiago Antunes
Alberto João Jardim, «acérrimo opositor de acções populares», quer reduzir drasticamente o prazo que os cidadãos têm para exercer este direito cívico (constitucionalmente protegido - vd. 52.º da CRP), de modo a evitar ou, pelo menos, dificultar eventuais impugnações de construções ilegais e/ou violadoras dos planos de ordenamento do território.
E ainda dizem que não há défice democrático na Madeira…
(ainda por cima, estamos a falar de nulidades que, pela sua gravidade, seriam em princípio insanáveis, logo, invocáveis a todo o tempo, mas cuja invocação a lei nacional já limitou a um horizonte temporal de 10 anos e que agora a Região Autónoma da Madeira pretende reduzir para 3!!!)
Esqueçam a Playboy (e a Newsweek)
1 Abril 2009, 14:28 · Hugo Mendes
Na feira do costume.
Charles Smith, this chap, é um homem de palavra
31 Março 2009, 9:20 · Hugo Mendes
Hoje fiquei a saber isto:
Mas também isto:
Enfim, nada que faça a imprensa duvidar dos factos narrados por este senhor.
Quando passar o “jornal” de MMGuedes na próxima sexta-feira, o que vai this chap desmentir no sábado para se calhar admitir na segunda-feira seguinte (sem que ninguém questione o interesse das palavras ou do alegado facto em questão)?
Pista credível, esta.









