Um desejo razoável

31 Dezembro 2008, 19:17 · Miguel Cabrita

Se 2009 mais não puder ser, que seja um ano…GLORIOSO.

Das estações

26 Dezembro 2008, 12:08 · Tiago Barbosa Ribeiro

Nunca, nos últimos 15 anos, me tinha apercebido da relevância desportiva do título de campeão de Inverno. Outras possibilidades, como o campeão do Carnaval, da Páscoa ou dos Santos Populares, permitirão certamente alargar a riqueza etnográfica do campeonato português de futebol e consolidar o registo desportivo de alguns clubes do burgo. Pelo menos, enfim, enquanto não existe uma Taça UEFA de Verão.

Boa moeda?

18 Dezembro 2008, 9:11 · Tiago Barbosa Ribeiro

Santana Lopes candidato à Câmara Municipal de Lisboa.

Futebol Clube do Porto

11 Dezembro 2008, 10:32 · Tiago Barbosa Ribeiro

Apesar de tudo, há bons sinais de resistência à crise internacional.

Obrigado

3 Dezembro 2008, 19:43 · André Salgado

É do Benfica, sim, e a quem não o é, não se explica. Mas é mais que isso, é do que tantas vezes nos esquecemos e é do ensinar a gostar na noite fria.

Estávamos gelados, naquele sector 23, lembras-te? Ainda assim, lá fui batendo palmas, que é a único som não desafinado que consigo fazer. Se me tivesses conseguido ouvir, terias percebido como isto é verdade, e eu escusaria a explicação. Não ouviste, fica dada a explicação. Na primeira parte, o nosso Benfica foi fraquito, Miguel, mas suponho que não devas ter passado muito tempo sentado, porque a primeira vez que te vi estavas de pé, a tapar elegantemente a vista a quem estava atrás de ti, e a tua mãe (era a tua mãe?) puxava-te vigorosamente para baixo, para te sentares.

Foi notícia mas podia não ter sido (4)

19 Novembro 2008, 13:50 · Miguel Cabrita

Golfinho já está à frente do choco. Entrevista de Fernando Pedrosa mudou tendência da votação online da mascote. A agitadora votação que decorre no site do Vitória para eleição da mascote, entre uma bola, um golfinho e um polémico choco, sofreu inversão de tendência. O golfinho acelerou, chegou aos 49 por cento das preferências e ultrapassou o choco que está agora apenas com 47. A bola nem entra na luta. Esta mudança, no universo de votantes já próximo dos onze mil, parece estar relacionada com o pedido público do presidente do Conselho Vitoriano, Fernando Pedrosa, que classificou a simples sugestão do choco como um atentado à dignidade do Vitória de Setúbal.”

A Bola, 18 de Novembro de 2008, p28 (infelizmente, não disponível online).

Actualização: com 29000 votos contados, o choco toma claramente a dianteira com 52% das preferências contra apenas 46% do golfinho. Votar aqui.

Actualização 2: (20Nov, 15h) Hoje de manhã, A Bola dava conta de uma aproximação dramática, ontem ao fim da noite, do golfinho ao choco (apenas 1% de diferença). Mas eis que o impensável aconteceu: a votação foi suspensa. A “comissão de gestão” promete novidades para amanhã. Ver as razões e aguardar os desenvolvimentos aqui.

Estalou o verniz

29 Outubro 2008, 22:25 · André Salgado

A festa da taça

20 Outubro 2008, 19:22 · Miguel Cabrita

Deve ser defeito de gostar de ver bom futebol, mas a Taça de Portugal proporciona demasiadas vezes jogos paupérrimos quando envolve equipas de escalões muito diferentes. Mesmo se “há taça” (expressão que os futebolófilos conhecerão, ie um clube “pequeno” calha em sorteio a um grande e elimina-o, transformando-se na linguagem da imprensa desportiva num “tomba-gigantes”), normalmente isso é mais fruto da mediocridade e desleixo do mais forte e não de uma romântica transcendência de quem ganha.

Não vi, por exemplo, nem o Leiria-Sporting nem o Sertanense-Porto (que se repetiu este ano, resultado e tudo), mas admito que fora de casa sempre há a vantagem de levar os “grandes” a estádios que normalmente não têm esse privilégio - sem que o jogo da vida dessas equipas signifique qualquer garantia de qualidade, entre segundas e terceiras escolhas dos plantéis e campos por vezes próximos do impróprio.

Em compensação, tive o privilégio de assistir ao Benfica-Penafiel, num lugar aliás próximo daquele onde vi o estimulante Benfica-Feirense da época passada. Num horário deprimente (domingo à noite), com honras de transmissão televisiva (que belo serão deve ter sido…) ainda foram 20000 a pagar preços de saldo para ir ao Estádio, meio fechado, matar a curiosidade de ver jogadores que noutras circunstâncias têm menos hipóteses e outros que por alguma razão andam afastados da equipa.

No ano passado, com o Feirense, ainda fomos poupados ao martírio do prolongamento.  Ontem, a alegre “festa da taça” durou mais meia hora e, êxtase, foi até aos penaltis. O mínimo que se pode dizer é que, por idêntico preço e com qualidade de jogo apenas vagamente superior, tivemos direito a mais “espectáculo”. Claro que nada disto se compara ao supremo deleite da eliminação que o Porto sofreu em casa diante do Atlético; ou da que o Gondomar infligiu na Luz ao Benfica do professor Jesualdo. Sempre jogos abaixo de cão, mas, esses sim, momentos inesquecíveis.

De ontem, pouco restará na memória (talvez a sentença final a Balboa, ver-se-á). E ainda bem, de tão miserável.

Foi notícia mas podia não ter sido (3)

10 Outubro 2008, 19:47 · Filipe Nunes

Jorge Costa continua fiel ao Olhanense e recusa Belenenses.