A liga portuguesa começou ontem
17 Agosto 2009, 2:32 · Miguel Cabrita

E pelo que se viu, business as usual.
9.58 segundos arrepiantes
16 Agosto 2009, 21:24 · Mariana Trigo Pereira
Instantes antes da partida, é evidente pelas expressões e gestos de ambos que Bolt e T.Gay sabiam o que aí vinha. Estes são sem dúvida os melhores momentos de televisão - aqueles em que todos torcemos irracionalmente pela superação do homem pelo homem e sentimos empatia com a rouquidão instantânea do comentador que, no local e em directo, confirma a realidade e a grandeza deste feito histórico.
Empowerment
12 Agosto 2009, 18:45 · Miguel Cabrita
Carlos Queiroz sobre o Liechtenstein: “Não é uma equipa do primeiro nível, mas tem capacidades similares às da Dinamarca. Parece-me um adversário ajustado”. Eis uma dúvida que ainda é preciso tirar, pelo menos por quem tiver paciência para tal. Há coisas que nem na silly season têm explicação.
Campeonato nacional
19 Maio 2009, 19:04 · Miguel Cabrita

Para não deixar passar em claro o facto de o Algarve voltar a ter um clube na primeira divisão no campeonato português, sete longos anos depois de o Farense ter iniciado um processo de sucessivas descidas de divisão e quase desaparecimento (que parece em fase de reversão, apesar de infelizmente ter por estes dias falhado por pouco o regresso à 2ª Divisão B).
É certo que o Olhanense, que regressa 35 anos á divisão principal, não tem a dimensão do Farense. Mas tem muitos adeptos, tradição e garante que de Lisboa para Sul haverá pelo menos uma equipa na Liga. Sendo que é bom não esquecer que Estrela da Amadora, na secretaria - e bem -, Belenenses no campo, e Setúbal no campo e na secretaria estão em situações pouco famosas.
Importante será que, enquanto o Farense não volta ao seu lugar, o Olhanense tenha uma presença digna na Liga. E que não a tenha como semi-satélite de qualquer outro clube, mas antes como uma equipa a contribuir como deve para um campeonato de âmbito verdadeiramente nacional e com mais verdade desportiva.
O Portugal que vence (embora também tenha sido condenado por corrupção)
11 Maio 2009, 14:01 · André Salgado
O Portugal que vence
11 Maio 2009, 1:05 · Tiago Barbosa Ribeiro

18h Frederico Gil - Rafael Nadal
30 Março 2009, 9:20 · Mariana Trigo Pereira

Frederico Gil demorou muito tempo até ser considerado jovem promessa do ténis nacional. Ao contrário de Nuno Marques, por exemplo, não foi campeão nem vice-campeão nacional nos escalões mais jovens, nem me lembro de o ver na selecção nacional. De um torneio para o outro, recordo-me de ter reparado que se tinha dado um ‘click’ qualquer – voltava mais jogador, mais agressivo no campo, menos pesado e com mais ar de tenista. Desde os 16 anos que não sabia nada dele e não pensava que fosse daqueles que optariam por continuar passados aqueles anos decisivos em que a maioria dos jogadores abandona as competições para se dedicar aos namoros, aos estudos e a outras actividades. Nos últimos anos começou a fazer bons resultados internacionais e voltei a vê-lo na imprensa. Apesar de ter sido um jogador mediano nos primeiros anos de competição, Frederico Gil é já o tenista português com melhor ranking ATP de sempre e joga hoje contra o número 1 do mundo, Rafael Nadal.
Carta aberta a ‘Il Speciale’
12 Março 2009, 2:23 · Hugo Mendes
Caro José,
Faz algum tempo que estou para te escrever. Tenho observado uma série de jogos do teu Internazionale e, sem mais comentários - porque sei que o teu tempo é curto e a tua paciência diminuta -, vou directo ao assunto: continuas a não obrigar o Júlio César a meter um defesa no segundo poste quando a equipa adversária marca um canto.
É uma infantilidade, caro José. Ontem, pagaste-a caro. Se o bom do Júlio César tivesse colocado alguém no junto do seu poste direito - como estava um jogador colado ao esquerdo -, um qualquer jogador, desde que mais alto que o Robert Reich, teria evitado aquele golo imbecil do bronco do Vidic logo aos 4 minutos de jogo (meter um jogador só ao primeiro poste só é justificável naqueles jogos em Carnaxide ou em Agronomia a que, sabes bem, estás convidado a assistir, mas, caramba, somos só 7 para cada lado, nao há jogadores para cobrir os postes todos).
Não pude deixar de pensar que se te tivesse escrito mais cedo, talvez hoje não estivesses a pensar como é que vais conseguir motivar uma equipa que, de relevante, só tem a Série A para ganhar - e que, lamento recordar-te, já conquistou, sob a batuta do camarada Roberto, nos últimos 3 anos. Bolas, começa a ser entendiante - como aliás toda a Série A.
Não estando certo que tenhas aprendido a lição - lembra-te: sempre, mas sempre um jogador a cobrir o segundo poste nos cantos do adversário! -, achei por bem endereçar-te estas linhas.
Cumprimentos,
Hugo
Um post sobre futebol português e arbitragem
23 Fevereiro 2009, 19:05 · Miguel Cabrita
Este fim-de-semana, toda a gente viu o que se passou dentro do campo no Estádio do Alvalade. Uma vergonha o que aconteceu e o modo como certos intervenientes se comportaram no relvado, diante de todos. É inadmissível tentar negar, de tão evidente.
Especialmente na segunda parte, o Benfica não esteve à altura dos acontecimentos. O jogo teve, por isso, um justo vencedor, talvez com falhas de arbitragem (que há sempre) mas sem aquele sabor amargo das interferências estranhas que, ano após ano, minam a credibilidade e arruinam o futebol.
Seria muito bom que fosse sempre assim. De preferência, claro, com outro resultado. Mas assim.
Qualquer um pode chegar a líder (parte III)
9 Fevereiro 2009, 18:13 · Miguel Cabrita
Qualquer um pode ganhar em qualquer estádio. Afinal, no futebol são 11 contra 11, a bola é redonda, os jogos decidem-se em pormenores, essas coisas. Tudo verdade.
Na prática, porém, as coisas nem sempre são tão lineares, como se vem demonstrando ano após ano. Talvez porque a transformação das probabilidades em realidade pode ser caprichosa, ainda que mais nuns estádios do que noutros, mais contra alguns adversários do que contra outros.
Por exemplo, no campeonato português é muito difícil um qualquer clube ganhar a um adversário como o FCPorto; especialmente se o jogo for num estádio como, por exemplo, o do Dragão. Porque quando o FCPorto é melhor (o que tem sucedido com frequência nos últimos anos), é normal que ganhe, muitas vezes com naturalidade. Porém, quando isso não acontece; ou quando, mesmo sendo o FCPorto melhor, a coisa se complica, em especial nos jogos contra rivais e em especial em momentos que podem ser decisivos, o jogo das probabilidades, da imprecisão das decisões instantâneas, da vulnerabilidade ao erro (por exemplo, no desempenho dos árbitros) funciona sempre para o mesmo lado.
É uma regularidade verdadeiramente singular. Mais ou menos carnavalesca conforme as épocas, mas impressionante. E que pode até deixar muita gente satisfeita, mas decerto não quem gostar minimamente de futebol, da lisura de processos, da verdade e da beleza que o jogo pode ter.
O resto fica para domingo
5 Fevereiro 2009, 10:21 · Hugo Mendes
É mesmo um carnaval, ninguém leva a mal
4 Fevereiro 2009, 16:17 · Miguel Cabrita
Há uns dias, o FCPorto fez saber, por intermédio do presidente do SportingCP, que punha a hipótese de não disputar o jogo entre os dois clubes relativo à Taça da Liga.
O Belenenses protestara por ter sido excluído, em detrimento do Guimarães, das meias finais da prova (que disputaria com o SLBenfica). Excluído, note-se, não à luz do regulamento, mas do que quem o fez diz que quereria ter escrito - algo bem diferente do que lá está.
Havia, então, o risco de o FCPorto ter de jogar hoje e o SLBenfica não, sendo que 4 dias depois os dois clubes teriam de se encontrar num jogo de campeonato. Uma gritante injustiça e desigualdade de circunstâncias, nada habitual nos calendários profissionais.
Com surpresa de todos, o recurso do Belenenses foi ontem rejeitado, por razões formais, pela Liga. Que se esquivou assim a analisar para já a substância da questão. O que se compreende: era o que faltava ter de resolver o imbróglio que só a maldade de quem leva a letra das leis a sério pôde criar.
É verdade que os jogadores do Belenenses, aflito na classificação, precisarão de descanso. Afinal, até andaram numa excursão de vários dias por Angola, com um jogo em pleno Verão e viagens de longas horas. Uma digressão inadiável (”estratégica” para o futuro de um clube que, no presente, enfrenta um risco real de descida), mas que, por infelicidade, logo havia de coincidir com a semana antes do jogo de campeonato que disputaram domingo com o…FCPorto, conforme calendário definido no início da época. Ainda assim, o repouso escusava de ser imposto na secretaria.
Adiante. Imediatamente após a corajosa decisão da Liga, o FCPorto anunciou, desta vez por voz própria, que (surpresa das supresas!) afinal sempre se deslocaria a Alvalade, e logo de Alfa Pendular.
Já no fim-de-semana, porém, a equipa terá sofrido um revés ao ver-se privada de um jogador: entre o ar incrédulo do actor e muitos sorrisos em volta, Fucile provocou a sua própria expulsão à beira dos descontos, por acumulação de amarelos. Jesualdo diz que do FCPorto ninguém deu qualquer instrução neste sentido, e nós acreditamos.
No campeonato português, decerto por uma boa razão, a suspensão por acumulação de 5 amarelos é cumprida em jogo da mesma competição (que seria contra o Benfica), mas por cartão vermelho é cumprida logo no jogo seguinte, independentemente da prova - no caso, as meias-finais da Taça da Liga. O FCPorto ver-se-á assim espoliado de um titular no importante desafio a eliminar. Lamentável. Em compensação, apesar de tudo, Fucile jogará com o SLBenfica, menos importante porque ainda faltam 14 jornadas para o fim.
Alheio a tudo isto, o SLBenfica conheceu ontem depois de almoço o adversário com que jogará hoje. Ou melhor, ficou a saber que haveria mesmo jogo e com quem seria. A pouco mais de 24 horas da partida, pôde prepará-la, imprimir e começar a vender bilhetes e, já agora, traçar um programa de trabalho para os próximos dias - por infelicidade, uma vez mais, os que antecedem a visita ao FCPorto, a tal agremiação que mandara dizer que temia ser prejudicada por ter, já há 2 semanas, um jogo com adversário definido para a data de hoje.
Para Liga Portuguesa de Futebol “Profissional”, não está nada mal. O Carnaval está a chegar cada vez mais cedo e o próximo episódio está marcado para o Dragão já no próximo fim-de-semana. A não perder.
Marcação cerrada, eu?
19 Janeiro 2009, 19:51 · Miguel Cabrita
- (…) há quem diga que passa a vida a marcar politicamente a líder. Isso é bom ou mau?
- Não tenho feito nenhuma marcação a Manuela Ferreira Leite, e, ao que parece, ela própria reconheceu isso ainda esta semana numa entrevista. Não é esse o entendimento que ela própria faz, não é essa a minha intenção.
Em suma: até posso de vez em quando acertar a pés juntos no pé de apoio, mas não faço por mal.
A luz à tarde
18 Janeiro 2009, 22:45 · Miguel Cabrita
Nos últimos anos, tem acontecido uma vez, duas vezes por ano: jogos no Estádio da Luz à tarde, com luz do dia. Normalmente, partidas de importância reduzida, contra adversários modestos. Ocasiões mesmo assim a não perder, nem que seja para matar saudades.
Ontem, o jogo foi às 16 horas contra o Belenenses, na competição periférica que foi acrescentada como uma prótese ao calendário para compensar um campeonato amputado: a Taça da Liga. 35030 espectadores, dos quais 35000 adeptos do Benfica e uns 35 do Belenenses - “o quarto grande”, talvez, mas que bem vistas as coisas caberia dentro de um quarto grande (em contraste, por exemplo, com o Olhanense, que poucos dias antes tinha trazido umas 2.000 pessoas à Luz, fora as que estavam espalhadas pelas bancadas).
Horas decentes, preços razoáveis (atenção que até os jogos da 2a B são quase tão caros como o de ontem), muito público (o Benfica teve, a 24h do jogo, de abrir a venda de bilhetes para o 3º anel), mesmo num jogo de uma prova menor em que o Benfica estava praticamente qualificado. E um público diferente do habitual, muitas pessoas que não vão habitualmente ao estádio, muitas crianças, um ambiente como há anos não se vê.
Horários, preços, público: eis uma equação simples que tem estado, há demasiado tempo, por formular no futebol portugês. Em detrimento de interesses televisivos sobre o futebol, que só em Portugal se sobrepõem desta forma esmagadora ao interesse dos clubes nas receitas televisivas.
Ópio
15 Janeiro 2009, 18:04 · André Salgado
(crónica que passará a ser editada aqui e acolá)
1. O Sport Lisboa e Benfica descobriu o segredo. É sentar um boneco do Maradona na tribuna todos os fins-de-semana. Tem que ser articulado, para que o Angelito saiba que está a fazer bem. Agora só falta arranjar um chefe tribal da Guiné Equatorial.
2. De todas as qualidades do Futebol Clube do Porto, a maior é o seu exemplar profissionalismo. O nevoeiro que colocou na Choupana não só impediu que se visse o jogo que fez, como ninguém poderá provar que não perdeu só pela diferença mínima. De elegante misericórdia, poupou ainda El Pibe de ser obrigado a ver jogar Benitez, Bolatti, Tomás Costa, Mariano e Farías. Um exemplo.
3. Espera-se, para hoje, nova conferência de imprensa de Miguel Salema Garção. Não para falar de arbitragens, que não se pode estar sempre a maçar as pessoas, mas para apresentar a candidatura do Sporting Clube de Portugal ao golo mais em fora-de-jogo da história. Será a terceira entrada leonina no Guinness, depois dos 20 penáltis da temporada 2001-02 e da mascote mais exótica do mundo, mas que ninguém consegue convencer a voar antes dos jogos, a Maria José Valério.
Um desejo razoável
31 Dezembro 2008, 19:17 · Miguel Cabrita
Se 2009 mais não puder ser, que seja um ano…GLORIOSO.
Das estações
26 Dezembro 2008, 12:08 · Tiago Barbosa Ribeiro
Nunca, nos últimos 15 anos, me tinha apercebido da relevância desportiva do título de campeão de Inverno. Outras possibilidades, como o campeão do Carnaval, da Páscoa ou dos Santos Populares, permitirão certamente alargar a riqueza etnográfica do campeonato português de futebol e consolidar o registo desportivo de alguns clubes do burgo. Pelo menos, enfim, enquanto não existe uma Taça UEFA de Verão.
Boa moeda?
18 Dezembro 2008, 9:11 · Tiago Barbosa Ribeiro
Santana Lopes candidato à Câmara Municipal de Lisboa.
Futebol Clube do Porto
11 Dezembro 2008, 10:32 · Tiago Barbosa Ribeiro
Apesar de tudo, há bons sinais de resistência à crise internacional.
Obrigado
3 Dezembro 2008, 19:43 · André Salgado
É do Benfica, sim, e a quem não o é, não se explica. Mas é mais que isso, é do que tantas vezes nos esquecemos e é do ensinar a gostar na noite fria.
Foi notícia mas podia não ter sido (4)
19 Novembro 2008, 13:50 · Miguel Cabrita

“Golfinho já está à frente do choco. Entrevista de Fernando Pedrosa mudou tendência da votação online da mascote. A agitadora votação que decorre no site do Vitória para eleição da mascote, entre uma bola, um golfinho e um polémico choco, sofreu inversão de tendência. O golfinho acelerou, chegou aos 49 por cento das preferências e ultrapassou o choco que está agora apenas com 47. A bola nem entra na luta. Esta mudança, no universo de votantes já próximo dos onze mil, parece estar relacionada com o pedido público do presidente do Conselho Vitoriano, Fernando Pedrosa, que classificou a simples sugestão do choco como um atentado à dignidade do Vitória de Setúbal.”
A Bola, 18 de Novembro de 2008, p28 (infelizmente, não disponível online).
Actualização: com 29000 votos contados, o choco toma claramente a dianteira com 52% das preferências contra apenas 46% do golfinho. Votar aqui.
Actualização 2: (20Nov, 15h) Hoje de manhã, A Bola dava conta de uma aproximação dramática, ontem ao fim da noite, do golfinho ao choco (apenas 1% de diferença). Mas eis que o impensável aconteceu: a votação foi suspensa. A “comissão de gestão” promete novidades para amanhã. Ver as razões e aguardar os desenvolvimentos aqui.
Estalou o verniz
29 Outubro 2008, 22:25 · André Salgado
A festa da taça
20 Outubro 2008, 19:22 · Miguel Cabrita
Deve ser defeito de gostar de ver bom futebol, mas a Taça de Portugal proporciona demasiadas vezes jogos paupérrimos quando envolve equipas de escalões muito diferentes. Mesmo se “há taça” (expressão que os futebolófilos conhecerão, ie um clube “pequeno” calha em sorteio a um grande e elimina-o, transformando-se na linguagem da imprensa desportiva num “tomba-gigantes”), normalmente isso é mais fruto da mediocridade e desleixo do mais forte e não de uma romântica transcendência de quem ganha.
Não vi, por exemplo, nem o Leiria-Sporting nem o Sertanense-Porto (que se repetiu este ano, resultado e tudo), mas admito que fora de casa sempre há a vantagem de levar os “grandes” a estádios que normalmente não têm esse privilégio - sem que o jogo da vida dessas equipas signifique qualquer garantia de qualidade, entre segundas e terceiras escolhas dos plantéis e campos por vezes próximos do impróprio.
Em compensação, tive o privilégio de assistir ao Benfica-Penafiel, num lugar aliás próximo daquele onde vi o estimulante Benfica-Feirense da época passada. Num horário deprimente (domingo à noite), com honras de transmissão televisiva (que belo serão deve ter sido…) ainda foram 20000 a pagar preços de saldo para ir ao Estádio, meio fechado, matar a curiosidade de ver jogadores que noutras circunstâncias têm menos hipóteses e outros que por alguma razão andam afastados da equipa.
No ano passado, com o Feirense, ainda fomos poupados ao martírio do prolongamento. Ontem, a alegre “festa da taça” durou mais meia hora e, êxtase, foi até aos penaltis. O mínimo que se pode dizer é que, por idêntico preço e com qualidade de jogo apenas vagamente superior, tivemos direito a mais “espectáculo”. Claro que nada disto se compara ao supremo deleite da eliminação que o Porto sofreu em casa diante do Atlético; ou da que o Gondomar infligiu na Luz ao Benfica do professor Jesualdo. Sempre jogos abaixo de cão, mas, esses sim, momentos inesquecíveis.
De ontem, pouco restará na memória (talvez a sentença final a Balboa, ver-se-á). E ainda bem, de tão miserável.
Foi notícia mas podia não ter sido (3)
10 Outubro 2008, 19:47 · Filipe Nunes







