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	<title>O País Relativo</title>
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	<description>«País engravatado todo o ano e a assoar-se na gravata por engano» - Alexandre O'Neill</description>
	<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 15:51:12 +0000</pubDate>
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		<title>Ricardo Costa</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 15:51:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Barbosa Ribeiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Política(s)]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos problemas do nosso jornalismo político é o exercício da política na condição de jornalista. E confundir contraditório e olhar crítico com discordâncias políticas não acrescenta propriamente muito a um debate parlamentar. Com a diferença, não negligenciável e independentemente do actor X ou Y, que o primeiro-ministro e os deputados foram eleitos para os cargos que ocupam.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos problemas do nosso <em>jornalismo político </em>é o exercício da política na condição de jornalista. E confundir contraditório e olhar crítico com discordâncias políticas não acrescenta propriamente muito a um debate parlamentar. Com a diferença, não negligenciável e independentemente do actor X ou Y, que o primeiro-ministro e os deputados foram eleitos para os cargos que ocupam.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lisboa de autocarro</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 15:55:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Trigo Pereira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Quotidiano]]></category>

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		<description><![CDATA[«Forward-minded people tend to sit at the front of the top deck, according to Dr Tom Fawcett of Salford University, the independent-minded in the middle and those with a rebellious streak at the rear.»


O estudo sobre a psicologia dos autocarros aplicado ao caso português (numa grande cidade) procurará antes associar as diferentes tipologias psicológicas à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.telegraph.co.uk/scienceandtechnology/science/sciencenews/4109071/The-people-on-the-bus-are-...-of-diverse-personalities.html"><em>«Forward-minded people tend to sit at the front of the top deck, according to Dr Tom Fawcett of Salford University, the independent-minded in the middle and those with a rebellious streak at the rear.»<br />
</em></a></p>
<p><img alt="" src="http://arquivo.forum.autohoje.com/uploaded/Perez/200681522931_Autocarros%20Particulares%201941.JPG" class="alignnone" width="400" height="243" /></p>
<p>O estudo sobre a psicologia dos autocarros aplicado ao caso português (numa grande cidade) procurará antes associar as diferentes tipologias psicológicas à zona onde se posicionam as pessoas no autocarro, uma vez que, na maioria dos casos, não existe lugar para sentar, ou, quando existem lugares vagos, a liberdade de escolha é francamente limitada.</p>
<p>As estratégias subjacentes à escolha deste posicionamento assentam, por isso, na maximização da probabilidade de ir parte da viagem sentado. Com vista a alcançar este objectivo existem vários tipos de abordagens tipificadas pelos <em>agentes racionais</em>, os <em>passivos </em>e os <em>verdadeiros animais</em>. Os racionais fogem da zona de entrada onde metade dos bancos se destinam a velhotes e grávidas. Evitam também a zona extrema oposta onde se costumam sentar aqueles que terão que fazer o percurso do autocarro quase por completo e, por isso, se colam aos bancos com ar de estarem verdadeiramente instalados e terem algum direito de propriedade porque entraram logo nas primeiras paragens quando ainda nem existiam pessoas. Os racionais, sentido-se especialmente espertos, posicionam-se na zona intermédia do autocarro, atentos aos vários movimentos e ameaças dos que vão sentados, esperando pelo momento da antecipação ágil, respeitando as normas de boa educação. Os passivos são também os mais pacíficos, os que viajam tranquilos com a vida ou que vão preocupados com coisas mais importantes do que um lugar sentado. Podem acabar por se sentar se vagar um lugar que não seja antes topado por um agente racional ou roubado por um animal. Este último, embora ocupando um posicionamento mais distante, inventa uma desculpa esfarrapada para impor a prioridade do acesso ao lugar, reforçando os seus argumentos através de gestos bruscos e encontrões. Quando surge a oportunidade, opta logo por se sentar nos lugares &#8216;prioritários&#8217;, de preferência junto à janela para olhar através do vidro enquanto finge que o velhote, que mal se segura em pé nas curvas, não é assunto que lhe diga respeito.</p>
<p>Muito mais se poderia dizer acerca da psicologia dos autocarros em Lisboa mas deixo apenas alguns conselhos: a racionalidade nem sempre compensa, agarrem-se bem no 773 e não percam tempo à espera do eléctrico 28.</p>
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		<title>Notícias da crise</title>
		<link>http://paisrelativo.net/economia/noticias-da-crise/</link>
		<comments>http://paisrelativo.net/economia/noticias-da-crise/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2009 15:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Nunes</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[«Pelos vistos, a receita portuguesa [para responder à crise], tão criticada entre nós, não diverge da de outros países. Porventura o que diverge é a oposição&#8230;» Assim comentava Vital Moreira o pacote de medidas do Governo da Senhora Merkel. Apenas uma adenda: segundo o Economist, o governo britânico também começa a equacionar seriamente a construção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="x-small;">«<em>Pelos vistos, a receita portuguesa [para responder à crise], tão criticada entre nós, não diverge da de outros países. Porventura o que diverge é a oposição</em>&#8230;» Assim comentava <a href="http://causa-nossa.blogspot.com/2009/01/notcias-da-crise_05.html">Vital Moreira </a>o pacote de medidas do Governo da Senhora Merkel. Apenas uma adenda: segundo o <a href="http://www.economist.com/world/britain/displaystory.cfm?story_id=12861513&amp;fsrc=rss">Economist</a>, o governo britânico também começa a equacionar seriamente a construção de uma rede ferroviária de alta velocidade, para ligar as principais cidades inglesas (Londres-Birmingham-Manchester-Leeds). A oposição conservadora, pela voz da responsável pela política de transportes, Theresa Villiers, subscreve.</p>
<p></span></p>
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		<title>A crise financeira chega à cinemateca</title>
		<link>http://paisrelativo.net/quotidiano/cultura/a-crise-financeira-chega-a-cinemateca/</link>
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		<pubDate>Sat, 03 Jan 2009 12:34:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Trigo Pereira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[16 de Janeiro - The grapes of wrath - John Ford
19 de Janeiro - You only live once - Fritz Lang
29 de janeiro - Wallstreet - Oliver Stone
30 de Janeiro - American madness - Frank Capra
(entre outros que passam este mês no ciclo: Nos anos de todas as bolsas:1929-2009)

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>16 de Janeiro - <em>The grapes of wrath</em> - John Ford</p>
<p>19 de Janeiro - <em>You only live once</em> - Fritz Lang</p>
<p>29 de janeiro -<em> Wallstreet</em> - Oliver Stone</p>
<p>30 de Janeiro - <em>American madness</em> - Frank Capra</p>
<p>(entre outros que passam este mês no ciclo:<em> Nos anos de todas as bolsas:1929-2009</em>)</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.moviediva.com/MD_root/MDimages/Copy_of_ammadnes.jpg" alt="" width="450" height="340" /></p>
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		<title>Conservadorismo e identidade nacional</title>
		<link>http://paisrelativo.net/politicas/conservadorismo-e-identidade-nacional/</link>
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		<pubDate>Sat, 03 Jan 2009 00:19:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Cabrita</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Política(s)]]></category>

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		<description><![CDATA[1.
Uma das notas mais surpreendentes do discurso presidencial foi a referência num tom conservador à &#8220;necessidade&#8221; de proteger o pequeno comércio que &#8220;luta pela sobrevivência&#8221; e o &#8220;mundo rural&#8221;.
No primeiro caso, mais do que as PME&#8217;s e o seu dinamismo (tão vitais para o tecido económico português e que tanto têm sido objecto de debate [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1.<br />
Uma das notas mais surpreendentes do discurso presidencial foi a referência num tom conservador à &#8220;necessidade&#8221; de proteger o pequeno comércio que &#8220;luta pela sobrevivência&#8221; e o &#8220;mundo rural&#8221;.</p>
<p>No primeiro caso, mais do que as PME&#8217;s e o seu dinamismo (tão vitais para o tecido económico português e que tanto têm sido objecto de debate político), Cavaco optou por defender a preservação de um sector específico. Que, como outros sectores tradicionais, tem dificuldades de adaptação que só têm solução quando há capacidade para gerar vantagens competitivas (pela qualidade, pela proximidade, pela diferenciação, ocupando nichos de mercado) e não mantendo artificalmente actividades e postos de trabalho cuja viabilidade é em muitos casos duvidosa. Mais do que preservar o comércio tradicional, talvez seja mais importante, e urgente, pensar na sua renovação, ausente das palavras e do espírito do discurso presidencial. Sem deixar, naturalmente, de olhar para as situações e dificuldades das pessoas que dele vivem, mas também sem a ilusão de que a resposta estrutural para os problemas do sector está na sua &#8220;defesa&#8221;. </p>
<p>2.<br />
Mas o caso mais flagrante deste registo conservador foi talvez o discurso sobre a protecção do mundo rural. Que, segundo Cavavo, seria parte importante da especificidade da nossa identidade nacional quando comparada com outros países.</p>
<p>Na verdade, todos os países europeus tiveram um passado rural; simplesmente, na maior parte deles as dinâmicas de modernização ocorreram muito antes do que sucedeu entre nós e as marcas das ligações à ruralidade há muito que sofreram uma forte erosão ou desapareceram quase por completo. Pelo contrário, em Portugal boa parte da população hoje &#8220;urbana&#8221; e litoralizada tem ainda pertenças e memórias familiares do mundo rural à distância de poucas (uma, duas) gerações, quando não contemporâneas. Mas, por isso mesmo, estão também muito presentes as razões fortes que os levaram ou aos seus antepassados próximos a procurar novas oportunidades de vida.   </p>
<p>Representar colectivamente o &#8220;mundo rural&#8221; como cristalização de um passado mitificado que é, também em  muitos aspectos, símbolo do país atrasado e atávico de há até poucas décadas não defende o &#8220;mundo rural&#8221;. Pelo contrário, condena-o à estagnação, ao abandono e ao consequente desaparecimento - tendência que vem de longe e que é uma das tendências sociais, económicas e demográficas pesadas dos últimos decénios em Portugal. Importante é, também aqui, insistir num discurso em torno dos caminhos para o desenvolvimento das áreas rurais, com ênfase na inovação e nas necessárias reconfigurações das actividades económicas (agricultura, turimo, sector energético) e não na &#8220;defesa&#8221; do passado de isolamento e estagnação de largas regiões do país.</p>
<p>3.<br />
O pior que poderia acontecer ao mundo rural seria tentar fazer dele um elemento distintivo da &#8220;identidade portuguesa&#8221;. E o pior que poderia acontecer à identidade nacional seria ser associada, outra vez, a um profundo conservadorismo. Como esta ideia de ruralidade, &#8220;tradicional&#8221; e virada para o passado - de que muitos fugiram e que outros, mais jovens, pura e simplesmente não (re)conhecerão, nem como realidade nem como referência.</p>
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		</item>
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		<title>Haverá sangue?</title>
		<link>http://paisrelativo.net/politicas/havera-sangue/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 23:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Cabrita</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Política(s)]]></category>

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		<description><![CDATA[Não faltou quem anunciasse como certo que a comunicação de fim de ano do Presidente da República seria de uma dureza sem precedentes e um passo sério numa escalada de conflito instuticional com o Governo e a Assmbleia da República: a propósito do Orçamento de Estado, como aqui notou o Paulo Pedroso, do Estatuto dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não faltou quem anunciasse como certo que a comunicação de fim de ano do Presidente da República seria de uma dureza sem precedentes e um passo sério numa escalada de conflito instuticional com o Governo e a Assmbleia da República: a propósito do Orçamento de Estado, <a href="http://ocanhoto.blogspot.com/2008/12/o-sol-anda-enganador.html">como aqui notou o Paulo Pedroso</a>, do Estatuto dos Açores, da resposta nacional à crise internacional, de outra coisa qualquer.</p>
<p>Afinal, e apesar de <a href="http://www.publico.pt" target="_blank">interpretações criativas mas de certo modo desapontadas de alguns editoriais </a>(que claramente esperavam &#8220;mais&#8221; de Cavaco), o tom foi de recuo e de esvaziamento da tensão recente - criada a propósito, por exemplo, e com razões que devem ser compreendidas, dos Açores.</p>
<p>Houve, é certo, notas sobre a necessidade de falar verdade aos portugueses; sobre a seriedade da crise; sobre a necessidade de ponderar a relação custo-benefício dos investimentos públicos (sem questionar a necessidade de os fazer, contudo). São reparos importantes, mas que valem para todos os actores políticos, sobretudo num momento como este.</p>
<p>Houve notas mais detalhadas sobre a necessidade de atenção particular aos desempregados e aos jovens à procura do primeiro emprego - sendo que o Governo já tornou claro que o campo do emprego é uma prioridade renovada e decisiva nos planos de combate à crise. E também sobre a necessidade de apoio aos sectores exportadores, sendo que num cenário de abrandamento dos principais mercados internacionais será arriscado eleger desta variável a resistência à crise.</p>
<p>Houve ainda, de modo mais surpreendente, notas sobre duas questões específicas, de que José Manuel Fernandes não deve ter tomado boa nota na sua releitura do discurso presidencial: a necessidade de preservar o &#8220;pequeno comércio&#8221; que &#8220;luta pela sobrevivência todos os dias&#8221; e de proteger o &#8220;mundo rural&#8221; e aqueles que trabalham a terra  - questão sobre o qual <a href="http://paisrelativo.net/geral/conservadorismo-e-identidade-nacional/">aqui deixo também algumas notas</a>.</p>
<p>Posto tudo isto, quem esperava sangue terá de refrear um pouco os ânimos e as previsões mais explosivas. Até porque Cavaco foi claro, com uma afirmação que poderia aliás ser utilizada para criticar a forma como geriu a sua própria intervenção no &#8220;caso&#8221; dos Açores: nesta fase, e perante a situação internacional, é fundamental centrar energias no essencial e deixar de lado querelas institucionais inúteis.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>The new year</title>
		<link>http://paisrelativo.net/geral/the-new-year/</link>
		<comments>http://paisrelativo.net/geral/the-new-year/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Jan 2009 20:31:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Cabrita</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Quotidiano]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://paisrelativo.net/?p=2454</guid>
		<description><![CDATA[THE NEW YEAR
so this is the new year
and i don&#8217;t feel any different
the clanking of crystal
explosions off in the distance
in the distance
so this is the new year
and I have no resolutions
for self-assigned penance
for problems with easy solutions
so everybody put your best suit or dress on
let&#8217;s make believe that we are wealthy for just this once
lighting [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Im9jXmoCs6M" target="_blank">THE NEW YEAR</a></p>
<p>so this is the new year<br />
and i don&#8217;t feel any different<br />
the clanking of crystal<br />
explosions off in the distance<br />
in the distance</p>
<p>so this is the new year<br />
and I have no resolutions<br />
for self-assigned penance<br />
for problems with easy solutions</p>
<p>so everybody put your best suit or dress on<br />
let&#8217;s make believe that we are wealthy for just this once<br />
lighting firecrackers off on the front lawn<br />
as thirty dialogs bleed into one</p>
<p>i wish the world was flat like the old days<br />
then i could travel just by folding a map<br />
no more airplanes, or speed trains, or freeways<br />
there&#8217;d be no distance that could hold us back<br />
there&#8217;d be no distance that could hold us back</p>
<p>so this is the new year</p>
<p>- - -</p>
<p>(Ben Gibbard)</p>
<p><em>in</em> Death Cab for Cutie (2003), <em>Transatlanticism</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Um desejo razoável</title>
		<link>http://paisrelativo.net/geral/um-desejo-razoavel/</link>
		<comments>http://paisrelativo.net/geral/um-desejo-razoavel/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 31 Dec 2008 19:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Cabrita</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Desporto]]></category>

		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Quotidiano]]></category>

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		<description><![CDATA[Se 2009 mais não puder ser, que seja um ano&#8230;GLORIOSO.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se 2009 mais não puder ser, que seja um ano&#8230;GLORIOSO.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Prémio piquena empresa 2008</title>
		<link>http://paisrelativo.net/economia/premio-piquena-empresa-2008/</link>
		<comments>http://paisrelativo.net/economia/premio-piquena-empresa-2008/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 18:13:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André Salgado</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Augusto Morais, presidente da Associação Nacional das Pequenas e Média Empresas.
Depois de recomendar aos seus associados que despedissem mais de 40 mil empregados, caso o governo actualizasse o salário mínimo de 426 para uns estratosféricos 450 euros, vem agora dizer que se as empresas forem chamadas a cumprir as suas obrigações fiscais pode haver um milhão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Augusto Morais</strong>, presidente da Associação Nacional das Pequenas e Média Empresas.</p>
<p>Depois de recomendar aos seus associados <a href="http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1035640">que despedissem mais de 40 mil empregados</a>, caso o governo actualizasse o salário mínimo de 426 para uns estratosféricos 450 euros, vem agora dizer que se as empresas forem chamadas a cumprir as suas obrigações fiscais <a href="http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000011-0000-0000-0000-000000000011&amp;contentid=78BA76B0-9C49-4FC9-ADBA-81FC4684B02D">pode haver um milhão de desempregados</a>.</p>
<p>Assim, o senhor doutor coloca-se numa fasquia tal que não facilita nada a próxima maravilhosa pérola.</p>
<p>Uma sugestão: se as empresas forem obrigadas a pagar um ordenado aos empregados todos os meses, o Augusto imola-se na Praça do Comércio.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Investimento público</title>
		<link>http://paisrelativo.net/economia/investimento-publico/</link>
		<comments>http://paisrelativo.net/economia/investimento-publico/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 10:38:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Barbosa Ribeiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

		<category><![CDATA[Política(s)]]></category>

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		<description><![CDATA[O Barclays Wealth considera que as consequências negativas de um prolongado ciclo recessivo podem ser mitigadas com o investimento público em infra-estruturas. Não está correcto alienar desta forma todo o capital de conhecimento acumulado pela direcção do PSD.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <em>Barclays Wealth</em> considera que as consequências negativas de um prolongado ciclo recessivo podem ser <a title="Investimento público" href="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?div_id=1727&amp;id=1027349" target="_blank">mitigadas</a> com o investimento público em infra-estruturas. Não está correcto alienar desta forma todo o capital de conhecimento acumulado pela direcção do PSD.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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