Tristeza de partido
8 Outubro 2009, 13:33 · Tiago Antunes
O MMS anuncia-se como algo de diferente, como uma alternativa aos partidos tradicionais, à política do costume.
E, no entanto, aquilo que conseguiu demonstrar até agora foi, precisamente, uma versão concentrada e rasca daquilo que há de pior na politiquice de baixo nível, recorrendo à má-criação (cartaz a mandar os líderes partidários para a conchichina), ao mais abjecto populismo mediático (cartaz a prometer 1.000 € a quem vote neles e depois se arrependa, cartaz a propor a castração química de pedófilos) e, acima de tudo, a pequenos truques e esquemas (providência cautelar para suspender as legislativas, abandono do debate autárquico na RTP), próprios de quem não quer discutir ideias mas apenas, qual criança mimada, chamar a atenção. E pelas piores razões.




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