Alguém pediu uma “negociação”?
18 Novembro 2008, 19:55 · Hugo Mendes
Frases tiradas de dois ‘takes’ da Lusa:
“Não há negociação possível sem a suspensão do actual modelo de avaliação”, disse [Mário Nogueira], lembrando que já na quarta-feira a FENPROF vai reunir com responsáveis do Ministério da Educação, que voltou a marcar novos encontros com as estruturas sindicais.
“Se os sindicatos desenvolverem formas de luta coerentes, consistentes e em consonância com os professores estamos dispostos a fazer dos sindicatos nossos companheiros nesta jornada”, afirmou Mário Machaqueiro [da Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino], adiantando que “é muito importante que os sindicatos não entrem em processo de negociação“.
Estamos todos à espera que alguém acuse estes senhores de “arrogância”, “prepotência” e por aí fora.




Isto é tudo reflexo das guerras PCP/BE na CGTP, e da vontade do PCP em substituir na respectiva liderança Carvalho da Silva por Mário Nogueira.
Para o Pedro Sá: isto é tudo a manipular! Ver:
15/Abril/2008 - Mario Nogueira:
Referindo-se a alguns movimentos de professores que não aprovam a definição do memorando de entendimento com o Ministério da Educação, o líder sindical afirmou que “apenas querem dividir” e “desvalorizar a luta dos professores”. E sublinhou que a ministra da Educação “cedeu em matérias que disse que eram pontos de honra”.
O coordenador da Plataforma Sindical salientou que o entendimento é favorável aos professores, pois possibilita uma avaliação simplificada e uniformizada no presente ano lectivo e permitirá uma posterior reavaliação do “repudiado” modelo de avaliação a aplicar no próximo ano lectivo.
Mário Nogueira referiu mesmo que a aplicação integral do modelo de avaliação dos professores em 2008/2009, a título experimental, seria positivapositiva ao “provar que aquilo é inaplicável e inadequado”.
Do site da FENPROF
http://www.fenprof.pt/?aba=27&cat=266&doc=3646&mid=115
“… pressionado pela extraordinária Marcha da Indignação dos Professores, realizada em 8 de Março, o ME foi obrigado a assinar um Memorando de Entendimento que estancou o disparate que seria a entrada em vigor do regime de avaliação em pleno 3º período. Na sequência do Memorando:
- Em 2007/2008 a avaliação foi suspensa para 92% dos docentes e, para os restantes, apenas se aplicou um processo simplificado, sem implicação na renovação ou celebração de novos contratos;
- Em 2008/2009, a avaliação assume um carácter experimental, pois eventuais classificações negativas não produzirão efeitos, o processo é acompanhado por uma comissão paritária que integra os sindicatos e, para o final do ano lectivo (Junho e Julho de 2009), está já prevista a alteração do modelo.”
E já agora em http://dn.sapo.pt/2005/07/16/sociedade/tribunal_nega_salario_a_sindicalista.html
tb se pode ver como MN, além de não honrar o que assina, tb sofre ataques de ganância.